COVID-19 Itália Fecha Cassinos e Espanha e França Impõem Restrições Devido a Alto de Novos Casos
Foto: RW Cast

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A indústria europeia de jogo volta passar pela paralisação de suas atividades, devido ao crescimento de contágios da COVID-19 na nos últimos dias, e que podem antecipar uma nova crise, que atinge um segmento que ainda não conseguiu se recuperar na América Latina.

O governo italiano acaba de anunciar o fechamento das salas de jogos, junto com cinemas, teatros, piscinas e ginásios, para conter a pandemia em todo o país. Uma medida à qual se somará uma nova limitação de horário do setor hoteleiro.

O decreto-lei vigora até 24 de novembro, determinando um mês de restrições para tentar reduzir a curva de contágio da COVID-19, que voltou a disparar naquele que foi o primeiro país europeu a sofrer a pandemia no primeiro semestre.

Os centros culturais, cassinos e parques de diversões ou salas de concertos devem ser fechados como parte das medidas de contenção. O objetivo do governo Giuseppe Conte é evitar que ocorra um colapso da saúde, como o que causou a primeira onda em março, abril e maio. Atualmente são 12.415 pacientes internados na Itália.

Por sua vez, a Espanha decretou um toque de recolher em todo o seu território, para impedir a expansão da COVID-19. A ordem vale das 23h00 às 18h00, mesma medida imposta pela França, que registrou novo recorde com 52 mil novos casos.

Na Espanha, o presidente, Pedro Sánchez, decretou um novo estado de emergência. “A situação em que vivemos é extrema”, afirmou Sánchez, acrescentando que “o custo em vidas deve ser o mais baixo possível, mas também temos de proteger a nossa economia”.

Segunda onda da COVID-19 na Europa preocupa indústria de jogo na América Latina

A Europa voltou a ter um aumento massivo de casos no fim de semana, o que apressou a tomada de medidas restritivas novamente às atividades em espaços públicos na Espanha e na Itália. Mas, deve-se ter em mente que as atuais restrições europeias não atingem os rígidos “lockdowns” de março e abril.

Ainda assim, o setor de jogo na América Latina assiste com preocupação ao que se passa na Europa. Já que a crise sanitária e a necessidade da primeira paralisação de toda a atividade presencial aconteceu algum tempo depois do Velho Continente.

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