Coljuegos Inicia Turnê na Colômbia para Promover Pactos pela Legalidade
Presidente de Coljuegos, Juan Pérez Hidalgo (Foto: Twitter Coljuegos)

Coljuegos, o regulador do monopólio dos jogos de sorte vinculado ao Ministério das Finanças, está promovendo a estratégia dos Pactos pela Legalidade nos jogos de sorte, com o apoio de entidades, sindicatos, Polícia Nacional e a Procuradoria Geral da Colômbia.

Nesta quarta-feira, 4 de março, os Pactos serão assinados em Pereira com os governos de Quindío, Risaralda e Caldas. Afinal, o presidente de Coljuegos, Juan B. Pérez Hidalgo, anunciou que este ano iniciará uma nova turnê pela Colômbia para intensificar a adesão aos Pactos pela Legalidade.

O intuito de Coljuegos é confrontar organizações criminosas que afetam os recursos destinados a financiar a saúde dos colombianos através da operação ilegal deste setor. Segundo Hidalgo, os Pactos pela Legalidade promovem uma cultura de legitimidade em todo o território nacional, além do sentimento de apoio as atividades legais nos jogadores colombianos.

“Os Pactos pela Legalidade estão enquadrados no primeiro eixo do plano de desenvolvimento do Governo Nacional e construídos sobre os pilares de segurança e justiça. A partir de Coljuegos, criamos a estratégia “Play Legal” que busca melhorar a eficiência e a eficácia das ações de controle, aumentar os processos de identificação do crime com o apoio da Polícia Nacional e da Procuradoria Geral da República e uma campanha para conscientizar o público a apostar apenas em locais legais”, salientou o presidente da entidade.

Sobre os Pactos pela Legalidade de Coljuegos

Os Pactos pela Legalidade são executados através de um trabalho conjunto e interdisciplinar entre Coljuegos, prefeituras, governadores, Polícia Nacional, Gabinete do Procurador Geral, Asojuegos, Fecoljuegos, Cornazar, Fedelco e os empresários do setor de jogos de sorte.

Ao todo, 19 acordos já foram assinados para promover a legalidade da indústria do jogo colombiana. De acordo com o presidente do Coljuegos, somente em 2019 foram realizadas 223 operações.

“Desde a criação da entidade, mais de 27.000 elementos de jogos de azar foram apreendidos, e cerca de 3.365 páginas ilegais foram denunciadas em uma ordem de bloqueio ao Centro Cibernético da Polícia Nacional”, concluiu Pérez Hidalgo.