A Federação Paulista de Futebol (FPF) está em campo para negociar os naming rights do principal campeonato estadual do país e negocia com casas de apostas, bancos e empresas do varejo. A tendência é que a definição da nova marca saia até o fim de novembro.
O Sicredi, sistema de cooperativas de crédito, tem uma certa vantagem, uma vez que a instituição financeira fechou acordo como marca do naming rights do Paulistão por sete anos seguidos de 2019 até 2025. Além disso, a marca teve seu nome associado a outros nove torneios organizados pela FPF: Paulistão Feminino, as Copinhas Masculina e Feminina, as séries A2, A3, A4, a Segunda Divisão e a Copa Paulista.
No entanto, para 2026 o Sicredi vai contar com a concorrência de casas de apostas e marcas varejistas. A FPF divulgou também que a venda das cotas de patrocínio começa em breve.
Quais casas de apostas estão negociando com a FPF
Três casas de apostas patrocinaram o Paulistão em 2025 e devem renovar os contratos e negociar outras oportunidades. Neste ano a 7K e HiperBet compraram as as propriedades Craque do Jogo e Apito Inicial + Pênaltis, e a Bet365, patrocinou a competição e as transmissões dos jogos na CazéTV.
Vale lembrar que em 2026 os clubes vão receber um valor menor referente à cota de participação. Essa redução é uma consequência da diminuição de datas do torneio. No próximo ano, o Paulistão vai contar com 11 datas em vez de 16 para respeitar o calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Ainda há a possibilidade do Paulistão ter 12 datas, justamente o jogo de volta da final. A FPF trabalha para encontrar um espaço no calendário e negocia com a CBF para que a decisão do torneio aconteça em duas partidas.
Os grandes clubes paulistas receberam R$ 44 milhões cada na última edição. Os outros 12 times ficam com quantias menores. O campeão Corinthians faturou R$ 49 milhões, já que levou R$ 5 milhões pela premiação. O vice, Palmeiras, ficou com R$ 1,65 milhão. São premiados todos os clubes até o 14º na classificação geral, que recebe R$ 100 mil.




