O Chief Business Officer da Stellar Gaming, Fellipe Fraga, fez um balanço do trabalho desenvolvido pela empresa no mercado brasileiro desde a regulamentação e comentou a possibilidade de expansão dos negócios para outros países da América do Sul.
O executivo também detalhou o processo de preparação para o maior evento esportivo do ano: a Copa do Mundo de 2026, que começa oficialmente nesta quinta-feira (13).
“Quando vimos essa movimentação das empresas estrangeiras no Brasil, nossa mentalidade sempre foi oferecer um diferencial de produto dentro do possível, sabendo falar a linguagem do brasileiro”, afirmou.
De acordo com Fraga, a EstrelaBet tem conseguido se manter no Top 10 no Brasil ao longo dos últimos anos.
Stellar Gaming acompanha o crescimento do mercado da América do Sul
O executivo afirmou que a América do Sul surge como um caminho natural para a expansão da companhia devido à proximidade geográfica e cultural.
“Ainda que exista uma grande referência no México, com um mercado semelhante ao nosso em tamanho e cultura esportiva, a expansão para países próximos ao Brasil tende a ser mais natural”, explicou.
Na visão de Fellipe Fraga, o Brasil contou com o Pix como um grande diferencial por permitir pagamentos instantâneos. “O acesso à internet e ao telefone está disponível aqui. Já em outros países, muitas vezes, o pagamento ainda é feito em ambientes físicos”, citou.
Ele também citou mercados que podem despertar o interesse do grupo, como Chile, Argentina, Peru e Colômbia.
Qual é a expectativa para a Copa do Mundo 2026
Fraga relembrou que a última Copa do Mundo ainda foi realizada com o mercado brasileiro em um cenário de incerteza.
“Agora, temos uma maturidade de mercado, de público e conhecimento do cliente. Isso faz com que as ações tenham que ser mais inteligentes para que o cliente venha a conhecer a plataforma e criar uma conexão além da Copa do Mundo”, explicou.
O executivo destacou a importância do jogo responsável, o potencial aumento de acessos durante o torneio e a necessidade de garantir a estabilidade da operação.
“As apostas esportivas e o cassino precisam funcionar perfeitamente. Tudo deve estar em sintonia para que, após a Copa, o cliente saiba que é possível se divertir de forma legal e retorne”, frisou.
Por fim, Fellipe Fraga projetou um crescimento de pelo menos 30% no volume de acessos durante o Mundial. “Mas essa é uma previsão conservadora”, finalizou.




