JogaJa Renova Marca no Brasil

Em meados de fevereiro reportamos a tentativa falha de entrada da JogaJa no Brasil, com a plataforma da Scout Gaming e um mês depois a situação parece ter apenas piorado.

Uma das plataformas de fantasy mais conceituadas e aclamadas do mercado vem tentando embarcar no Brasil com o site JogaJa, mas a falta de conhecimento a respeito do e a negligência com relação a diferença cultural não ajuda de forma alguma.

A frente do negócio está o sueco Jacob Lindorff, executivo de sucesso e com vasta experiência em iGaming, tendo trabalhado para empresas como Betway, Expekt e Bonnier Gaming. Mas que nitidamente não tem a mínima ideia das básicas necessidades do público brasileiro.

A insistência e perseverança podem ser suas aliadas para em algum momento obter sucesso, mas a operação precisa urgentemente de apoio local, de gente que entenda como liderar este tipo de negócio no Brasil.

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Numa breve avaliação, nota-se que erros de português estão presentes por toda parte, noutros lugares alguém decidiu usar português usado em Portugal, o que nos faz pensar que pode ter sido traduzido no Google e nem sequer revisado por um brasileiro. Tiraram a crase do logo, mas não colocaram acento agudo onde deveria.

O Sucesso da Scout Gaming no Mundo

Esperamos ver o emprego de um sistema brilhante como o da Scout Gaming (SCOUT:ST), usado de forma correta, bem aproveitado e fazendo jus ao potencial que a empresa tem. A plataforma fantasy da Scout Gaming é fantástica, em outros mercados e quando bem usada e operada é um sucesso tremendo.

A rápida ascensão da empresa se dá principalmente por oferecerem um produto de alta qualidade, facilmente de ser escalável e flexível ao ponto de se adaptar aos mais diversos mercados. A Scout Gaming teve suas ações listadas na Bolsa de Valores Nasdaq em Dezembro de 2017 e desde então vem experimentando um sólido crescimento.

Até lá, estamos aguardando a evolução para reportarmos o sucesso da operação ao invés de lamentarmos as tentativas frustradas de conquistar alguma coisa no Brasil. Podemos até ser tupiniquins, mas não merecemos descaso.