Senador Defende Legalização do Jogo no Brasil e é Elogiado por Paulo Guedes
Foto: Agencia Brasil

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Nesta quarta-feira, 5, o Ministro da Economia, Paulo Guedes participou de uma audiência da Comissão Mista da Reforma Tributária. Entre os temas discutidos, o projeto de criação de um novo imposto sobre pagamento, comparado a antiga CPMF e a legalização do jogo no Brasil.

Durante a discussão, Paulo Guedes comentou que comparar a nova taxa a antiga CPMF era “maldade ou ignorância”. “Até o deputado Aguinaldo (Ribeiro) cometeu um certo excesso, porque ele sugeriu que a Netflix e o Google já existiam na Idade Média, porque ele falou que imposto sobre [transação] digital é um imposto medieval”, afirmou o ministrou.

Já o deputado João Roma (Republicanos-BA) avaliou a conversa como um pontapé inicial para debater os pontos propostos pelo Governo Federal para a Reforma Tributária.

“Esse foi um encontro de amadurecimento, de decantação de vertentes. Acho que deu para o ministro perceber o tom, do que o parlamento pode anuir ou não”, declarou Roma.

Legalização do jogo no Brasil foi sugerida a Paulo Guedes

A questão da liberação dos jogos no Brasil também fez parte do debate, que aconteceu por videoconferência. O tema foi levantado pelo senador baiano Ângelo Coronel (PSD).

Ele pontuou ao ministro Paulo Guedes a necessidade de combater o contrabando, bem como legalizar o jogo, para obtenção de novos recursos para os cofres públicos.

Além disso, o senador defendeu que as medidas poderiam ajudar no processo de desoneração do segmento de produção. “Ele até me elogiou, disse que era uma proposta ousada. Vou mandar tudo para ele, é a solução para o Brasil”, disse o senador.

De acordo com o político baiano, o Brasil é uma das três nações que integram o G20 e que não liberaram a pratica dos jogos. Além do Brasil, Indonésia e Arábia Saudita também proíbem essas atividades na atualidade.

Já no G8, todos os países participantes optaram por legalizar a indústria de jogos. Ainda segundo Coronel, o Brasil também é o único dos componentes do Mercosul que ainda não legalizou o segmento.

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