Desafio do eSports no Brasil: Converter Multidões em Dinheiro

O Brasil tem uma Enorme e Crescente Base de Fãs no eSports. Mas Não foi Monetizado, assim como Outras Regiões.

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 Atualizado em 8 de abril, 2019.
 
Desafio do eSports no Brasil Converter Multidões em Dinheiro
Jogazera

O Brasil tem uma enorme e crescente base de fãs no eSports. Mas não foi monetizado, assim como outras regiões.

O Brasil é famoso por ser louco por futebol, mas a paixão do país pelo esporte não termina em campo – é também o lar de um grande número de fãs do eSports. Segundo a Newzoo, o Brasil é o terceiro maior mercado de eSports, atrás da China e dos EUA.

O provedor de dados coloca o número de entusiastas de eSports, aqueles que assistem conteúdo profissional mais de uma vez por mês, no país em 7,6 milhões e diz que no ano passado o público total de eSports cresceu mais de 18%.

Leo De Biasi, da ESL Brasil, comenta à respeito: “Já somos um mercado muito grande e relevante em relação à audiência e ao público, mas quando se trata de receita estamos presos na 13ª posição, então é algo que reflete a economia e os problemas que temos aqui no Brasil com taxação, mão-de-obra questões e como é difícil para nós obter importações e exportações. Mas é algo que está mudando e provavelmente estaremos vendo muitas novas oportunidades surgindo”.

Infelizmente, enquanto o Brasil e a América Latina têm uma base de fãs mais de eSports que rivaliza com a América do Norte, quando se trata de receitas, os dois continentes estão em mundos separados.

A América do Norte gerou uma receita de US$ 345 milhões no ano passado, o que equivale a US$ 15,80 por fã. Na América Latina, os números foram bem menores, US$ 31 milhões e US$ 2,00 por fã.