África: O Novo Desafio do Setor iGaming

Os Desafios e Oportunidades na África

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Enquanto muitas empresas estão preocupadas com a entrada no mercado Norte-Americano, alguns espertos estão investindo na África, um continente repleto de oportunidades.

Não é um mercado simples e direto, como talvez encontramos na Europa, pois há desafios e barreiras por toda parte, mas a imensidão de oportunidades justifica o esforço de adaptar-se ao modus operandi. Localizar e especialmente pensar em “mobile first” é essencial. De acordo com uma pesquisa feita pela Ovum no final de 2017, haverá cerca de 1 bilhão de pessoas conectadas via celular na África até 2022.

É verdade que os desafios são também relacionados ao ARPU (Average Return Per User), que seria a média de lucro gerado em cada jogador, que no continente é certamente inferior ao que há na Europa por exemplo, mas muitas regiões ficam bem próximas do valor de jogador aqui do Brasil.

O fato é que o volume de negócio em um mercado com tamanho interesse por aposta esportiva e jogos em geral, pode realmente justificar todo negócio. Mas como ficam empresas que trabalham com marketing de afiliação? Este é outro grande desafio, pois numa região onde websites são praticamente irrelevantes, há que ser muito criativo para levar o conteúdo chamativo para uma audiência que usa a internet através de celulares e com conexão nem sempre das mais rápidas.

O segredo para todas as empresas do setor, desde operadores, como também afiliados, agências de marketing e plataformas é concentrar-se em criar conteúdo “data-light” e “data-rich”, sempre considerando celulares em primeiro lugar. Oferecendo uma proposta simples, concisa e leve para carregar rapidamente em celulares.

Outro grande desafio que pode ser também enfrentado com um pouco de esforço está na quantidade de idiomas e dialetos, mas para isso basta focar nos principais e oficiais idiomas e aqueles que atingem a maior parte da população de uma determinada região. Se você quer parecer local, deve falar a língua local.

Uma operação que tenha o idioma português como principal no site, mas que ofereça de repente uma versão em bantu para Angola por exemplo, pode sair na frente com o diferencial de parecer 100% local.

Outra vantagem de investir num mercado como o africano é o baixo custo. A divulgação por exemplo, pode ser feita de maneiras alternativas ou tradicionais e mesmo assim serão mais baratas do que muitos países.